C40 reúne 45 prefeitos para debater soluções ambientais em metrópoles
O evento, acontece sob a liderança de Michael Bloomberg, prefeito de Nova York. l Imagem: Divulgação
Até o dia três de junho as autoridades municipais de cidades como Nova York, Rio de Janeiro, Curitiba, Bueno Aires, entre outras, poderão compartilhar experiências e projetos que auxiliem as cidades a solucionarem problemas ambientais. Segundo o secretário municipal de Desenvolvimento Urbano de São Paulo, Miguel Bucalem, “As cidades sofrem com os efeitos das mudanças climáticas, como a alteração no volume de chuvas, que podem causar enchentes e secas. Por isso, é importante aprender a se adaptar a essas mudanças”.
A C40 marca o encontro de cidades que são responsáveis por 70% das emissões mundiais de gases de efeito estufa. No entanto, uma das propostas da conferência é justamente a oportunidade de divulgar trabalhos de contenção das emissões que já foram bem sucedidos. A cidade de São Paulo, por exemplo, apresentará a o trabalho de inspeção veicular, que tem reduzido a quantidade de CO2 despejada na atmosfera por conta dos motores automotivos, a construção de parques lineares, programa de plantio de árvore e a obtenção energética a partir da biomassa, por usinas termelétricas em aterros sanitários desativados.
O prefeito Gilberto Kassab, também tem interesse em uma proposta que já teve resultados positivos em Nova York. A metrópole americana possui um projeto, chamado “Edifícios Verdes”, no qual as construções são obrigadas a seguir padrões sustentáveis em todo o projeto e edificação. A proposta resulta em redução nos impactos ambientais, consumo de água e energia.
O evento, que acontece sob a liderança de Michael Bloomberg, conta com a presença de 45 prefeitos, ambientalistas e outras personalidades mundiais como o ex-presidente norte-americano Bill Clinton.
Para mostrar que as autoridades estão preocupadas em reduzir as emissões de gases de efeito estufa, o evento conta com dez automóveis elétricos, disponibilizados pela Nissan, para que os prefeitos possam se locomover pela cidade. O modelo Leaf, que será usado na C40 é o primeiro elétrico a ser produzido em larga escala e já lançado no Japão, Estados Unidos e em alguns países europeus. Além disso, a prefeitura de São Paulo também disponibilizou ônibus da nova frota, movida a etanol, que são até 90% menos poluentes que os modelos tradicionais, movidos a diesel. Com informações do Estadão.
Redação CicloVivo
Prefeito de Roterdã dá exemplos de sustentabilidade à cidade de São Paulo
Em visita à cidade de São Paulo, o prefeito da cidade holandesa de Roterdã, Ahmed Aboutaleb, conversou com Gilberto Kassab e concedeu uma entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, em que falou sobre propostas adotadas em sua cidade para conter o aquecimento global.Durante a passagem pela capital paulista, Aboutaleb foi convidado por Kassab para participar do próximo encontro do C40, que será realizado em São Paulo no próximo ano. Esse foi o motivo para que o assunto da conversa fosse a preocupação com o envolvimento das cidades, em todo o mundo, em prol da contenção do aquecimento global.
O evento para o qual o prefeito de Roterdã foi convidado trata-se de uma iniciativa do ex-presidente norte-americano Bill Clinton para combater as mudanças climáticas. O fato de juntar representantes de diferentes cidades de todo o mundo, gera troca de ideias e exemplos de iniciativas que deram certo e que poderiam ser aderidas em outros locais.
Segundo Aboutaleb, as cidades por si só, percebem a necessidade de se preocupar com as questões ambientais. Para ele, o desenvolvimento tecnológico trazido pelas mudanças climáticas pode contribuir para melhorias na economia e renda, geração de empregos, entre outras coisas.
Ao ser indagado sobre o sucesso de outras reuniões do C40, realizadas em Londres, Nova York e Seul, ele é claro e apresenta o exemplo da própria cidade como representação do sucesso das conferências. Roterdã tem desenvolvidos estratégia para minimizar suas emissões de gases de efeito estufa. Entre as tecnologias aplicadas na segunda maior cidade da Holanda, é possível ressaltar o fato de que, atualmente, 50% da energia que é consumida na cidade é proveniente de fonte eólica. Esse percentual deve aumentar ainda mais, já que o governo local tem investido pesado para conseguir usar a força dos ventos para suprir toda a demanda energética do município.
Além disso, o prefeito explicou que está sendo desenvolvida uma tecnologia capaz de “reunir as emissões de centrais de energia e fábricas químicas e transportá-las para tubulações para armazená-las em velhos campos de óleo no Mar do Norte”. As fábricas que produzem mais calor do que necessitam disponibilizam esse excesso de energia para aquecer a água que é transportada para a cidade, economizando gás e eletricidade. A iluminação local também foi inteiramente substituída por lâmpadas de LED, que são muito mais eficientes do que as tradicionais.
Aboutaleb tem boas expectativas para a reunião que será realizada em São Paulo e disse que quer conhecer as estratégias usadas em outros lugares do mundo. Ele também disse entender a resistência dos países em desenvolvimento em aceitarem metas de reduções. Porém, lembrou que é essencial que as nações nessas situações destinem uma parte de suas riquezas, mesmo que seja pequena, para o aprimoramento de tecnologias relacionadas às mudanças climáticas. Para ele, quem não fizer isso “ficará para traz no jogo econômico a longo prazo”.
Moradores de São Francisco, EUA, dão exemplo de vida sustentável
Além dos diversos pontos turísticos, famosas ladeiras, universidades e parques, os visitantes também são atraídos pelos ideais de sustentabilidade que norteiam lojas e costumes por toda a cidade. Em São Francisco o governo e a população estão bastante envolvidos em transformar a cidade em um lugar melhor para se viver.
Os restaurantes, bares e cafés preferem ingredientes frescos, orgânicos e regionais. Os hotéis também estão constantemente buscando alternativas que os tornam mais ecologicamente corretos.
A população é profundamente envolvida nesses ideais. Mais da metade dos habitantes se locomove diariamente através de transporte público. A reciclagem é obrigatória por lei e existem 125 mil vagas de empregos “verdes” na cidade. Não foi sem motivos que São Francisco foi escolhida como a cidade que menos desperdiça dos Estados Unidos, já que seus habitantes costumam desligar as luzes quando não utilizam os cômodos e boa parte dos táxis são carros híbridos ou alimentados por biocombustíveis.
Um dos principais pontos turísticos, a Academia de Ciências da Califórnia, atrai anualmente 1,6 milhões de visitantes, vindos de todas as partes do mundo. A sua estrutura foi planejada para utilizar energia solar e reduzir a quantidade de resíduos produzidos. O teto “vivo” da construção abriga 1,7 milhão de espécies nativas da região. Por causa dessas plantas o interior do prédio é mais arejado e fresco. Além disso, essas plantas cooperam com a absorção do gás carbônico e captação da água das chuvas.
A famosa Farmers Market é o ponto escolhido por aqueles que querem uma alimentação mais saudável e livre de agrotóxicos. A feira reúne barraquinhas com produtos orgânicos, queijos, pães, frutas e até alguns restaurantes vendem seus pratos na feirinha.
Um dos pontos valorizados pelos chefes de cozinha locais é a preferência por produtos da região, que podem ter sua procedência apurada. Além disso, eles exaltam o fato de que grande parte dos moradores locais apreciam culinária, são informados e valorizam os produtos da época.
Mesmo nos bairros mais movimentados, como a frenética Chinatown, existem pontos que se destacam em meio à loucura de uma cidade grande. É o caso de casas de chás ou de vinhos, que fazem questão de optar pelos produtos com qualidade, procedência conhecida e advindos da região.
A cidade apostou na sustentabilidade e isso movimentou diversas áreas, como turismo, economia e qualidade de vida. O resultado do investimento foi extremamente positivo para todos os setores da cidade.
Comunidade italiana produz somente energia renovável
A pequena comunidade italiana de Tocco da Casauria se tornou referência em obtenção de energia limpa. Isso porque a cidade produz mais energia do que consome, utilizando somente fontes renováveis.As enormes turbinas eólicas instaladas entre os bosques de oliveiras contrastam com o aspecto antigo da cidade. Com uma igreja bem preservada e um castelo em ruínas, a cidade conseguiu alcançar o futuro, no que diz respeito à produção de energia.
Por produzir mais energia do que necessita, a pequena comunidade consegue lucrar com a eletricidade proveniente da energia solar e eólica. Os benefícios alcançaram todos os 2.700 habitantes da cidade, já que o dinheiro obtido com esse comércio possibilitou o corte de algumas taxas locais, como a remoção de lixo.
Os hábitos tradicionais foram preservados na cidade e enquanto os homens enchem os bares, discutindo sobre política, as mulheres passeiam pelo mercado. As turbinas eólicas e os paineis solares, que cobrem um antigo cemitério e o complexo esportivo, é que dão um tom diferente à cidade.
A contradição não para por aí. A Itália é um dos países mais criticados pela União Europeia, justamente por não seguir todos os padrões ambientais estipulados pelo continente. É provável que o país não consiga cumprir a meta de ter 17% de sua energia proveniente de fontes renováveis, até 2020. O país da bota, porém, ainda não ultrapassou os 7%.
Os altos custos de energia na Itália motivaram a pequena comunidade a investir em energia limpa. Ao contrário do petróleo, que sobe a cada dia, as energias renováveis têm caído de preço. Além disso, os governos oferecem subsídios que as tornam mais atrativas. Tocco de Casauria faz parte de um grupo de 800 comunidades italianas que investiram em energia sustentável e hoje produzem mais do que precisam.
Brasil terá 161 fazendas eólicas até 2013
O potencial eólico brasileiro é inegável. Há quase um ano, os olhos do mundo se voltaram à grande oportunidade de investimento e obtenção de energia limpa no país. As chances de que o mercado se desenvolva ainda mais são imensas e o prazo para isso é bem pequeno.No início dos anos 90, quando poucos se interessavam pela busca de fontes de energia renovável, entre elas a eólica, um alemão chamado Aloy Wobben visualizou a primeira usina deste tipo no Brasil. O local escolhido foi a praia de Taíba, próximo à capital do Ceará, Fortaleza. O engenheiro brasileiro Pedro Vial ficou encarregado de analisar o local, que anos mais tarde daria origem à primeira usina eólica do Brasil.
As hastes colocadas por ele, enquanto percorria a praia em um buggy, marcavam o lugar onde seriam instaladas dez turbinas, com mais de 40 metros de altura e capazes de gerar cinco megawatts por hora. A usina de Taíba começou a funcionar em janeiro de 1999, produzindo energia suficiente para abastecer cem mil residências.
Desde então, o investimento da empresa alemã, Wobben Windpower só aumentou no Brasil, chegando a construir 16 usinas em todo o território. Por muito tempo, ela praticamente monopolizou este mercado brasileiro, mas agora, com o potencial do país praticamente exposto em uma vitrine, diversas multinacionais do setor de energia entraram na briga por um lugar “ao vento” brasileiro.
Alguns destaques internacionais que buscam seu espaço no Brasil ficam por conta da americana GE, da espanhola Gamesa, a indiana Suzlon, a alemã Siemens, a francesa Alstom, que vai inaugurar uma unidade na Bahia, em 2011, entre outras, chinesas, dinamarquesas e coreanas.
O grande interesse por esse tipo de energia se expandiu há pouco mais de um ano. Prova disso são os preços das energias no leilão brasileiro. A grande procura fez com que os custos que antes eram de R$ 200 caíssem para R$ 130 o megawatts/hora. Se o Brasil possui hoje somente 45 usinas eólicas, as negociações garantem que até 2013, teremos, pelo menos, 161 delas espalhadas pelas terras tupiniquins. A produção passará de 700 megawatts para 5.250 megawatts, graças aos R$ 18 bilhões investidos.
A intenção brasileira é realizar leilões deste tipo com mais periodicidade, para que até 2020, tenhamos ao menos 20% de toda a nossa energia proveniente da força dos ventos. Arthur Laviere, representante da indiana Suzlon, coloca o Brasil como um dos três melhores mercados do mundo neste quesito, ao lado de Índia e China.
O movimento na economia não está ligado somente à produção de energia, mas envolve todo o processo, desde a fabricação dos itens necessários para a construção de uma hélice ou uma pá, até a utilização final da energia produzida pela usina. A importação e exportação desses produtos também elevam a economia do país e aos poucos tornam-se sinônimos de qualidade e reconhecimento. Além de demonstrar preocupação em alcançar de fato um desenvolvimento sustentável, que seja capaz de produzir e também lucrar, sem afetar a natureza.
Empresa japonesa projeta central de energia eólica com capacidade histórica
A empresa japonesa Japan-based ZENA Systems pretende se tornar referência na produção de energia eólica. O projeto da companhia consiste em desenhar uma enorme torre de geração de energia eólica. A construção seria essencialmente hexagonal com 50 metros de altura, que atuaria como uma concha grande, capaz de comprimir o vento em todas as direções. Essa estrutura faz com que o ar corra através de uma série de geradores fixados em terra.A operação se realiza como uma técnica de compressão de três pontos que capta o vento de qualquer direção, comprime e o acelera através de um túnel de vento no meio da torre hexagonal.
Por causa do design em concha o ar flui para baixo em uma série de turbinas. Quando chega à torre, a energia do vento é convertida em eletricidade. O dispositivo em estudo é um novo sistema de armazenamento usado para estocar a energia gerada pelo sistema de torres eólicas, através da solução de vanádio concentrado diluído com água nano e água pura.
Segundo a empresa, o sistema como um todo não é limitado pela teoria do valor-limite de Betz, que afirma que a energia máxima teórica que uma turbina eólica pode captar não pode ser mais de 59,3 % da energia cinética. O projeto japonês pretende deixar para trás as limitações impostas à captação de energia através da força dos ventos.
Além da estrutura inovadora, a empresa japonesa incluiu no projeto uma estação de dessanilização e um centro de visitação.
Brasil terá 161 fazendas eólicas até 2013
Fazenda eólica em Fortaleza (Imagem: Carolina Nascimento - infosustentabilidade.blogspot)
No início dos anos 90, quando poucos se interessavam pela busca de fontes de energia renovável, entre elas a eólica, um alemão chamado Aloy Wobben visualizou a primeira usina deste tipo no Brasil. O local escolhido foi a praia de Taíba, próximo à capital do Ceará, Fortaleza. O engenheiro brasileiro Pedro Vial ficou encarregado de analisar o local, que anos mais tarde daria origem à primeira usina eólica do Brasil.
As hastes colocadas por ele, enquanto percorria a praia em um buggy, marcavam o lugar onde seriam instaladas dez turbinas, com mais de 40 metros de altura e capazes de gerar cinco megawatts por hora. A usina de Taíba começou a funcionar em janeiro de 1999, produzindo energia suficiente para abastecer cem mil residências.
Desde então, o investimento da empresa alemã, Wobben Windpower só aumentou no Brasil, chegando a construir 16 usinas em todo o território. Por muito tempo, ela praticamente monopolizou este mercado brasileiro, mas agora, com o potencial do país praticamente exposto em uma vitrine, diversas multinacionais do setor de energia entraram na briga por um lugar “ao vento” brasileiro.
Alguns destaques internacionais que buscam seu espaço no Brasil ficam por conta da americana GE, da espanhola Gamesa, a indiana Suzlon, a alemã Siemens, a francesa Alstom, que vai inaugurar uma unidade na Bahia, em 2011, entre outras, chinesas, dinamarquesas e coreanas.
O grande interesse por esse tipo de energia se expandiu há pouco mais de um ano. Prova disso são os preços das energias no leilão brasileiro. A grande procura fez com que os custos que antes eram de R$ 200 caíssem para R$ 130 o megawatts/hora. Se o Brasil possui hoje somente 45 usinas eólicas, as negociações garantem que até 2013, teremos, pelo menos, 161 delas espalhadas pelas terras tupiniquins. A produção passará de 700 megawatts para 5.250 megawatts, graças aos R$ 18 bilhões investidos.
A intenção brasileira é realizar leilões deste tipo com mais periodicidade, para que até 2020, tenhamos ao menos 20% de toda a nossa energia proveniente da força dos ventos. Arthur Laviere, representante da indiana Suzlon, coloca o Brasil como um dos três melhores mercados do mundo neste quesito, ao lado de Índia e China.
O movimento na economia não está ligado somente à produção de energia, mas envolve todo o processo, desde a fabricação dos itens necessários para a construção de uma hélice ou uma pá, até a utilização final da energia produzida pela usina. A importação e exportação desses produtos também elevam a economia do país e aos poucos tornam-se sinônimos de qualidade e reconhecimento. Além de demonstrar preocupação em alcançar de fato um desenvolvimento sustentável, que seja capaz de produzir e também lucrar, sem afetar a natureza.
Brasil pode ter 93% de sua energia proveniente de fontes renováveis até 2050
Atualmente 88% da eletricidade utilizada em todo o Brasil é proveniente de fontes renováveis. A maior parte dessa energia limpa é produzida em usinas hidrelétricas e, de acordo com o estudo do Greenpeace, mesmo com as mudanças essa ainda seria a tecnologia mais usada no país.
A expectativa da ONG é de que até 2050 os brasileiros estejam livres da eletricidade produzida em usinas termelétricas, movidas a óleo e carvão e que emitem grandes quantidades de gases de efeito estufa.
A proposta do Greenpeace é de que a revolução possibilite cobrir 93% da demanda energética brasileira somente com fontes renováveis. O artigo mostra que as hidrelétricas continuariam sendo as principais geradoras, com 45,6% do total nacional. Em segundo lugar nesse ranking estaria a energia eólica, com 20,3%, modo de produção que corresponde atualmente a somente 1% da demanda brasileira. A biomassa viria em terceiro lugar, com 16,6%, seguida pelas energias solar e oceânica, com 9% e 0,7%, respectivamente. O último tipo de produção a partir das ondas do mar, seria algo inédito no Brasil, por isso ocorre em uma quantidade ainda bastante pequena.
Apesar de usarmos atualmente um grande percentual de energia limpa no Brasil, chegará um momento em que as hidrelétricas brasileiras serão saturadas. O coordenador do estudo, Ricardo Baitelo, explicou que isso pode ocorrer nos próximos dez ou 20 anos e que exigirá investimento em novas matrizes. Para ele, esse é o maior motivo para se investir em biomassa e energias eólica e solar. Se isso não for feito, o país correrá o risco se tornar dependente das usinas termoelétricas.
As energias renováveis estão em movimento e isso tem gerado um barateamento, principalmente na energia eólica, que atualmente é a segunda mais barata do Brasil, perdendo apenas para as hidrelétricas. Mesmo diante dessas possibilidades de redução de custos essa revolução sugerida pelo Greenpeace precisará de muito investimento para se concretizar. A estimativa é de que a mudança custe R$ 869 bilhões. Mesmo sendo um valor alto, ainda está abaixo das expectativas do governo, que projetava gastar R$ 995 bilhões com a reestruturação energética brasileira. O relatório também contou com um pedido de exclusão das usinas nucleares dos projetos brasileiros.
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